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Um mergulho mal calculado nem sempre acaba bem


Veja se há água debaixo de água. O local onde mergulha pode não ser tão fundo como pensa.

Com as férias de verão as praias, piscinas e parques aquáticos do nosso país convidam-no a ir a banhos… mas lembre-se que esta é também a altura para ter cuidado com os mergulhos.

Mergulhos imponderados, em praias, piscinas e todas as zonas balneares, costeiras ou fluviais, podem dar origem a casos graves de paraplegia e tetraplegia. Alertar para estes perigos tem sido uma preocupação da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, por isso este ano, sempre que vir esta frase, “Mede as Consequências – Bater no fundo é mais fácil do que pensas”, lembre-se, e lembre os seus filhos, que pode ser mesmo perigoso mergulhar no escuro.

A Campanha “Mergulho Seguro” junta, pelo quinto ano consecutivo, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e a Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia. Esta é uma iniciativa à qual a Renascença naturalmente se associa.

Se vai para um sítio que não conhece, procure avaliar antes o local, perceber onde há mais profundidade, se há rochas, correntes, etc. Deverá mergulhar apenas em locais seguros e conhecidos. Pode até falar com quem costuma frequentar o local e com os nadadores salvadores. E não se esqueça que, com as correntes, o fundo do mar pode mudar de um dia para o outro. Veja sempre se tem água debaixo de água.

Não se esqueça que um mergulho dado de forma errada pode vir a provocar traumatismos irreversíveis, que o podem levar a ficar numa cadeira de rodas.

Quando alguém se magoar não hesite em ligar para o número de emergência nacional: 112.

Tome cuidado consigo e com a sua família!

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