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Opinião de Ribeiro Cristovão
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​Quinas de ouro

21 mar, 2017 • Opinião de Ribeiro Cristovão


Fernando Santos também teve honras da noite, como seria aliás inevitável.

Em mais uma louvável iniciativa, a Federação Portuguesa de Futebol levou a efeito a sua gala anual destinada a premiar todos quantos durante o passado ano de 2016 mais se distinguiram em diversos níveis.

Claro que, em ano de conquista de um Campeonato da Europa eram previsíveis algumas distinções. E foi isso que acabou por acontecer.

Cristiano Ronaldo e Fernando Santos estiveram no topo dos contemplados: o ainda há pouco eleito melhor jogador do mundo, não apenas pelo reconhecido contributo para a conquista do título europeu, o seleccionador por ter sido justamente reconhecido como o grande obreiro desse triunfo inesquecível.

Na altura do anúncio e entrega dos galardões, Cristiano Ronaldo teve o condão de ressuscitar uma ideia entretanto muito votada ao abandono por razões compreensíveis: “muitos portugueses, alguns que inclusivamente se encontram nesta sala, nunca acreditaram que seria possível vencer o Campeonato da Europa”. Uma verdade inquestionável, que acaba por reforçar ainda mais o brilho alcançado.

Fernando Santos também teve honras da noite, como seria aliás inevitável.

Foi o seu trabalho, sua determinação e sua crença que estiveram na base de uma campanha vitoriosa, na qual foi o primeiro a acreditar desde o início. O seleccionador sabia o que poderia esperar dos jogadores que tinha à sua disposição, e da sua própria capacidade para transformar um diversificado grupo de jogadores de futebol numa autêntica Família.

É verdade que houve muitos mais premiados com as Quinas de Ouro, instituídas pela nossa Federação. E todos merecem igual louvor pelo seu trabalho e pela sua competência.

Assim como é devida uma palavra de reconhecimento ao homem que muito tem contribuído para o prestígio do futebol português. E esse homem é o Presidente da FPF, Fernando Gomes.

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