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Opinião de Ribeiro Cristovão
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​O crivo aperta ainda mais

17 mar, 2017 • Opinião de Ribeiro Cristovão


Na Liga dos Campeões, os quartos-de-final, vão contar com equipas oriundas da Espanha (3), da Alemanha (2) e mais três, uma de cada país, da Inglaterra, Itália e França.

Depois de mais uma jornada nas competições europeias, verifica-se que o crivo aperta cada vez mais, vindo ao de cima a maior qualidade de um punhado de clubes que conseguiram permanecer em prova e, também, uma ainda maior selectividade dos países onde têm lugar os campeonatos mais competitivos.

Na Liga dos Campeões, os quartos-de-final, vão contar com equipas oriundas da Espanha (3), da Alemanha (2) e mais três, uma de cada país, da Inglaterra, Itália e França.

Este quadro serve para confirmar, uma vez mais, onde está a maior força do futebol europeu.

No sorteio a realizar esta manhã, os gigantes europeus desejam todos que a sorte lhes proporcione ter como adversário o Leicester, claramente a equipa mais fraca do lote de oito.

E depois, embora a considerável distância, também o Borússia de Dortmund e o Mónaco.

Por exclusão, daqui se infere que, do nosso ponto de vista, Real Madrid, Barcelona, Bayern de Munique, e Juventus são verdadeiramente os mais destacados favoritos para erguer o troféu no próximo dia 3 de Junho, em Cardiff.

E esta teoria só poderá ser contrariada se o sorteio de hoje colocar frente a frente alguns daqueles que aqui se apresentam como os mais fortes.

Na Liga Europa, merece destaque o facto de a Bélgica ser o único país com dois sobreviventes na competição, Genk e Anderlect.

Mas o grande candidato à vitória final não pode ser outro que não o Manchester United, embora a formação inglesa tenha passado com dificuldades frente aos russos do Rostov.

Globalmente, a Espanha, com quatro equipas na Champions e na Liga Europa, e a Alemanha com três, confirmam-se como os países onde se disputam os campeonatos mais competitivos.

Quanto a Portugal o saldo é muito fraco.

Zero equipas em jogo, e em consequência disso, menos uma a partir da temporada de 2018/19, com os custos que daí advêm.

A nossa triste realidade, que alguns dirigentes insistem em não reconhecer.

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