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Opinião de Ribeiro Cristovão
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13 mar, 2017 • Opinião de Ribeiro Cristovão


Temos uma segunda-feira anormalmente polarizada tendo em conta as consequências que poderão advir do encontro do estádio da Luz, onde o Benfica se vai encontrar com um velho rival lisboeta, o Belenenses.

A jornada 25 da primeira Liga de futebol só vai terminar logo à noite, ou seja, está a arrastar-se por quatro longos dias, sobretudo por respeito à participação de duas equipas portuguesas na Champions.

E, porque assim é, aí temos uma segunda-feira anormalmente polarizada tendo em conta as consequências que poderão advir do encontro do estádio da Luz, onde o Benfica se vai encontrar com um velho rival lisboeta, o Belenenses, que passou a noite a dormir na paz dos anjos por ter conseguido já deitar fora as preocupações quanto à sua classificação final.

Os portistas venceram em Arouca sem margem para quaisquer dúvidas voltando, com a goleada infligida ao seu adversário, a saltar para o primeiro lugar da tabela, neste jogo do gato e do rato que vem alimentando as tertúlias de algumas semanas a esta parte.

Cabe agora à equipa de Rui Vitória tentar o regresso à posição de liderança, através de um jogo para o qual parte como favorita, mas que vai ter necessidade de o confirmar ao cabo de noventa minutos.

Para muitos, o trauma de Dortmund pode estar a persistir no seio da equipa e a provocar-lhe algum desgaste. Cabe aos jogadores dar a resposta a essas dúvidas, reconhecendo-se que vêm dificuldades a caminho e que os azuis da Cruz de Cristo estão disponíveis para as referendar a seu favor.

Vencendo em Tondela de forma categórica e mercê de algumas exibições dignas de nota, o Sporting voltou a confirmar que a sua recuperação peca por estar a chegar tarde demais.

E tudo aponta mesmo para se torne numa tarefa impossível.

Fica no entanto a ideia de que a preparação da próxima temporada está em marcha, e que a base parece vir a tornar-se sustentável, caso não haja desvios de tomo, nesta altura vistos como pouco desejáveis.

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  • De Cabeça
    13 mar, 2017 lisboa 09:56
    Senhor Ribeiro Cristóvão, quando equipa portugues joga uns oitavos de final com uma equipa de topo (ex-campeão europeu, venceu o grupo do Real Madrid, etc) e vence um dos dois jogos, será correto falar em ... trauma ? ... parece-me que trauma é o termo a plicado a derrotas expressivas com equipas de 3º plano como seja o Videoton, o Skenderbeu ou o Hapoel. Por outro lado, nestes oitavos assistimos a diversos resultados desnivelados como sejam a derrota do Barcelona em Paris (4-0) do PSG na Catalunho (6-1) ou do Arsenal, que em 2 jogos com o Bayern sofreu 10 golos.