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Pai, mãe e uma tia com Alzheimer. A vida dura de um cuidador

26 set, 2017 • Pedro Mesquita


A vida de Abel mudou quando, a partir de 2011, a doença foi diagnosticada ao pai, à mãe e a uma tia.

Estima-se que um em cada nove portugueses pode vir a sofrer de Alzheimer. Por agora, haverá perto de 100 mil casos diagnosticados, na maioria pessoas com mais de 60 anos de idade.

Este tipo de demência tende a ser cada vez mais frequente, à medida que aumenta a esperança de vida.

Estamos a falar de uma doença neuro-degenerativa ainda sem cura, que afecta de forma irreversível as funções cognitivas dos doentes.

A Renascença procurou perceber o Alzheimer na óptica de um cuidador.

Chama-se Abel e, a partir de 2011, tudo mudou na sua vida: A doença foi diagnosticada ao pai, à mãe e a uma tia.

A gestão meticulosa do tempo e dos escassos recursos são marcas de uma grande reportagem de Pedro Mesquita, com sonorização de Paulo Teixeira.

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  • Isabel Pereira
    26 set, 2017 Coimbra 21:41
    Esta doença precisa de cuidadores com muita força, essa força vem do coração, e quem acredita em Deus reforça essa mesma força. Sou cuidadora, a minha mãe tem esta doença. À 10 anos, apareceu a senhora alzheimer na nossa vida, mas o que é que vamos fazer? fomos vivendo um dia de cada vez. Não é fácil, mas com muito amor tudo se ultrapassa. A minha mãe já está acamada à 6 anos. O que me faz viver com alegria é o amor que eu consigo transmiti-lhe todos os dias, é a fé que tenho em Jesus Cristo. Ela cuidou de mim enquanto eu fui pequena; eu também não falava, não andava, não me lavava, etc. Então qual era a minha obrigação? Meus queridos cuidadores pensem sempre na positiva vejam as coisas como boas.
  • Ana Soares
    26 set, 2017 Corroios 21:16
    Completamente de acordo Almague.Não existe qualidade de vida para quem sofre da doença e para quem cuida.
  • almague
    26 set, 2017 Lisboa 20:05
    Esta é das doenças que na minha óptica é preferível a morte, e deste modo fazer sentido a eutanásia. Esta doença não só retira qualidade de vida como leva um ser humano a uma situação vegetativa, sem sentido, sem sentimentos, afectos e sem o mínimo de auto suficiência condigna de um ser humano.